BAHIA COMEMORA MENOS 1,3 MILHÃO DE PESSOAS NO MAPA DA FOME

Em um marco histórico para as políticas públicas do estado, o programa "Bahia Sem Fome" atinge metas antes do previsto e consolida a recuperação da dignidade alimentar em território baiano.


SALVADOR – A Bahia alcançou hoje uma vitória decisiva no combate à desigualdade social. Dados oficiais divulgados pelo Governo do Estado e validados por órgãos de monitoramento social indicam que o estado saiu oficialmente do Mapa da Fome. Nos últimos três anos, cerca de 1,3 milhão de baianos deixaram a condição de insegurança alimentar grave, graças à rede de proteção articulada pelo programa Bahia Sem Fome.

O anúncio, que ocorreu durante um evento com a presença de autoridades e movimentos sociais, destaca que o estado conseguiu reverter indicadores críticos em um tempo recorde, superando as metas estabelecidas no plano plurianual anterior.

O Impacto do Programa “Bahia Sem Fome”

Lançado como a principal bandeira social da gestão estadual, o programa não se limitou à distribuição de cestas básicas. A estratégia de “saída da fome” foi baseada em um tripé fundamental:

  1. Segurança Alimentar Imediata: Distribuição de alimentos e cozinhas comunitárias.
  2. Inclusão Produtiva: Incentivo à agricultura familiar e quintais produtivos.
  3. Geração de Renda: Programas de transferência de renda complementares ao Bolsa Família e qualificação profissional.

Entenda os Critérios

Para um estado sair do Mapa da Fome, é necessário que a prevalência da insegurança alimentar grave atinja índices abaixo de 2,5% da população. Segundo os novos dados, a Bahia registrou uma queda drástica desde 2023, quando os índices ainda refletiam os impactos econômicos da pandemia e da inflação de alimentos.

“Este não é apenas um número, são famílias que voltaram a ter as três refeições garantidas. Saímos do mapa, mas o trabalho continua para garantir que ninguém retroceda”, afirmou o Coordenador Geral do Programa.

Dados por Região

A redução da fome foi sentida de forma mais intensa em regiões historicamente vulneráveis:

  • Semiárido Baiano: Redução de 45% na insegurança alimentar moderada.
  • Região Metropolitana de Salvador: Impacto positivo através das Cozinhas Solidárias.
  • Extremo Sul: Fortalecimento da agricultura de subsistência e escoamento de produção.

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